União, Coragem e Responsabilidade.

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03/10/2012
Repórter Senado, da série "O Brasil na Fila", sobre nossos aeroportos, exibida em 08/09/2012 na TV Senado
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"Chorar não basta, iguale seu discurso às suas atitudes participando ativamente da nossa greve."
Francisco Lemos, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários/SINA.
27/07/13


"É preciso unirmos forças e caminharmos em uma só direção sem desviar a nossa trajetória diante das setas que apontam tentando nos dividir."
Célio Barros, secretário geral do Sindicato Nacional dos Aeroportuários/SINA.
27/07/13


"Aeroportuários da Infraero, antes de parar no SUS vamos parar os aeroportos!"
Leonardo Félix, dirigente do SINA em Recife (PE).
27/07/13


Arquivo de frases

31/07/13 - SINA
Após audiência de conciliação no TST, trabalhadores da Eletrobras suspendem greve




Nova audiência está agendada para esta quinta-feira, 01/08

Por Federação Nacional dos Urbanitários/FNU

Os trabalhadores do Sistema Eletrobras reunidos em assembleias em todas as empresas decidiram pela suspensão da greve. Essa tomada de posição da categoria seu deu pelo fato da audiência de conciliação ter transcorrido de forma positiva, e um reconhecimento também do esforço feito pelo Tribunal Superior do Trabalho/TST para se construir um entendimento entre as partes. Esse voto de confiança à Justiça do Trabalho é mais uma demonstração de que a FNU (Federação Nacional dos Urbanitários), os sindicatos e o CNE (Comando Nacional dos Eletricitários) sempre estiveram dispostos a negociar, agora cabe ao Governo e a Eletrobras fazerem a sua parte.

A categoria continuará mobilizada e muito atenta para os acontecimentos dos próximos dias. Esperando que o bom senso prevaleça em um momento tão importante para o setor, que é vital para o desenvolvimento do País. As notícias econômicas mostram a importância da continuidade da geração de emprego e renda, e os trabalhadores do setor elétrico são personagens centrais nessa conjuntura.

No dia 1º de agosto o CNE conta com a presença de cada companheiro/a na audiência de conciliação, como ocorreu na segunda-feira. A consciência de classe deve ser exercida em sua plenitude, para isso a mobilização é uma ferramenta indispensável. O CNE estará reunido no dia 01/08, partir das 11 horas, no STIUDF.

A FNU, o CNE e os sindicatos têm a consciência que fizeram todos os esforços possíveis para que este ACT fosse marcado pelo diálogo e não pela intransigência, como infelizmente se deu. A suspensão da greve foi mais um passo nesse sentido, portanto, a bola está com a Eletrobras e o Governo. Os trabalhadores continuarão mobilizados, acompanhando de perto a audiência de conciliação. A luta continua!
30/07/13 - SINA
Filho de ministro é um meteoro na Odebrecht




Por Brasil 247

Em cinco anos, Pedro Moreira Franco, filho do ministro Wellington Moreira Franco, foi de trainee a diretor na Odebrecht, do empreiteiro Marcelo Odebrecht; coincidência número 1: nesse período a Foz do Brasil, que pertence ao grupo, recebeu um aporte entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões do FI-FGTS, que era pilotado pelo ministro; coincidência número 2: nesse mesmo período, a Embraport, também da Odebrecht, recebeu aporte de R$ 450 milhões; agora o perigo: na Secretaria da Aviação Civil, Moreira Franco prepara a concessão dos aeroportos, num modelo que atende aos interesses da... adivinhem... Odebrecht; em comunicado, empresa diz que a contratação do filho do ministro foi técnica e que Moreira Franco não influenciava no FI-FGTS; ministro diz o contrário

Pedro Moreira Franco, filho do ministro Wellington Moreira Franco, da Secretaria de Aviação Civil, pode ter todas as qualificações do mundo, mas o fato é que fez uma carreira meteórica no grupo Odebrecht, do empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Em nota, a empresa tentou responder à reportagem do 247, que aponta ligações perigosas demais entre a empreiteira e a família Moreira Franco. Mas o comunicado, no entanto, reforça ainda mais as suspeitas. Leia abaixo:

Comunicado

“Pedro Moreira Franco entrou para a Organização Odebrecht em 2005, através do programa de trainees da empresa. Três anos depois, iniciou uma pós-graduação no exterior, de onde retornou em 2010 para trabalhar na Foz, subsidiária da Odebrecht Ambiental. A entrada do FI-FGTS no capital da Odebrecht Ambiental aconteceu em setembro de 2009 e o ministro Moreira Franco não fez parte de nenhuma das instâncias encarregadas de aprovar o investimento.”

Ou seja: em cinco anos, o filho do ministro, indicado ao cargo pelo PMDB, foi de trainee a diretor, mesmo tendo passado três anos fora, cursando uma especialização.

O que aconteceu nesse período? Em 2008, o FI-FGTS, um fundo com recursos dos trabalhadores, que estava sob a responsabilidade de Moreira Franco, como vice-presidente de Fundos da Caixa Econômica Federal, fez um aporte de R$ 450 milhões na Embraport, empresa de portos do grupo Odebrecht.

Em outubro de 2009, mais um aporte, entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões, na Foz do Brasil, justamente a empresa que reservou uma diretoria para Pedro Moreira Franco.

Segundo a nota da Odebrecht, Wellington Moreira Franco não teve qualquer influência na liberação dos aportes nas empresas do grupo. No entanto, em seu próprio site, o ministro ressalta o papel que teve na criação do FI-FGTS. "Esse ano de 2009 representou a consolidação do Fundo de Investimentos do FGTS, que encerrou o exercício com comprometimento total dos recursos inicialmente alocados. Foram desembolsados R$ 14,5 bilhões do FI-FGTS. O ativo total do FGTS no fim de 2009 era de R$ 2,35 bilhões", diz o ministro.

Agora, o perigo: como ministro da Aviação Civil, e não mais como responsável pelo FI-FGTS, Moreira Franco pilota a privatização dos aeroportos. Segundo o colunista Jânio de Freitas, da Folha, seu edital atende aos interesses da Odebrecht.

É por essas e outras que Jânio considera "inexplicável" a presença de Moreira Franco no governo Dilma. E é também esse o tema de uma das manchetes de hoje do 247, indagando se Dilma tem mais a ganhar ou a perder com sua aliança com o PMDB.

Ao que parece, custa bem caro.

Para acessar página do Brasil 247 clique neste Leia +
30/07/13 - SINA
Leilão de Galeão e Confins tem novas regras

Por Daniel Rittner de Brasília para Valor Econômico

O governo liberou a participação dos atuais controladores de aeroportos privatizados no próximo leilão do setor. Essa participação, no entanto, será bastante limitada e foi recebida pelos potenciais interessados como uma mudança meramente cosmética.

Em dezembro, a presidente Dilma Rousseff havia anunciado o veto à entrada dos atuais acionistas dos aeroportos concedidos no ano passado - Guarulhos, Viracopos e Brasília - do leilão do Galeão e de Confins.

Apesar das repetidas negativas do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, o governo resolveu permitir sua entrada no leilão. A participação ficará restrita, porém, a 15% dos consórcios privados. Essa fatia se reduziria ainda mais quando se leva em conta que, na assinatura do contrato, a Infraero entra com praticamente metade (49%) das ações da concessionária.

A decisão não agradou investidores como os fundos de pensão, que são controladores do aeroporto de Guarulhos, por meio da Invepar (empresa também com capital da OAS). A UTC Participações, concessionária de Viracopos, e a Engevix, de Brasília, também faziam planos de disputar os dois aeroportos da próxima rodada. Não houve mudança na exigência de um operador, nos consórcios, com experiência mínima em movimentar 35 milhões de passageiros por ano.
29/07/13 - SINA
Sem concorrência




Por Jânio de Freitas para Folha de S. Paulo

Moreira Franco, ministro da Secretaria de Aviação Civil, é uma das presenças mais inexplicáveis no governo

As próximas concorrências para concessão de aeroportos a grupos privados - a do Galeão (Rio de Janeiro) e a de Confins (Belo Horizonte) - estão encaminhadas de modo a não serem concorrências. As regras fixadas satisfazem-se com as aparências.

Na atual etapa do processo licitatório, os editais estão pendentes de parecer do Tribunal de Contas da União, motivo de intenso trabalho de "lobby" para que os quesitos básicos não sofram restrição. Um deles em especial.

É a proibição de que consórcio já vencedor da concessão de um aeroporto concorra a outro. Dizia em entrevista no dia 17/07 o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, a respeito do edital limitativo: "Nós não queremos o monopólio privado, nem o monopólio público. Ele não é conveniente para o cidadão".

Há outras inconveniências para o cidadão. Uma delas, a invocação de um argumento falso. Já foi feita a concessão de dois aeroportos a um só consórcio. O de Brasília, em fevereiro de 2012, e o de Natal, em agosto de 2011, foram ambos concedidos ao consórcio Inframérica, do qual faz parte a empreiteira Engevix.

Além disso, está por ser provado que a redução de disputantes dificulta mais a formação de monopólio, ou mesmo de oligopólio, do que maior número de competidores tecnicamente habilitados. E monopólio privado nem poderia haver, já feitas concessões de aeroportos a grupos distintos, como os de Viracopos e de Guarulhos.

Confrontado com uma série de reportagens do "Jornal da Band" sobre aeroportos brasileiros, na qual foram referidas estranhezas motivadas pelos editais, um titubeante Moreira Franco disse ao telejornal: "O edital pode mudar. O governo quer competição". O "governo", pode ser; a Secretaria de Aviação Civil, não. Já a elaboração dos elementos para a concorrência do Galeão e de Confins foi entregue à empresa EBP (Estruturadora Brasileira de Projetos), pela secretaria de Moreira Franco, sem concorrência.

Moreira Franco é uma das presenças mais inexplicáveis no governo. E esse inexplicável duplicou com a sua mudança da já imprópria Secretaria de Assuntos Institucionais para a de Aviação Civil. Se a anterior lhe era descabida, da segunda a sua habilitação não está à altura nem de aviãozinho de papel. Bem, nesta haveria muitas e altas concorrências.

De fato, o prontuário de Moreira Franco em assuntos de concorrência é de fartura provavelmente, ele também, sem concorrência. A modalidade de concorrências criada pelo seu governo no Rio, nos anos 80, gerou uma série numerosa de revelações de resultados antecipados nestes textos aqui. Foram várias concorrências para o metrô, outras para edificações como um imenso Palácio da Polícia, um gigantesco complexo de abastecimento de água que até hoje não faz falta, bilhões de dólares em concorrências que Moreira Franco teve de anular, por fraudes.

Todas com participação das maiores empreiteiras, Andrade Gutierrez, Mendes Jr., OAS, Camargo Corrêa, todas - entre elas, claro, a Odebrecht, uma espécie de detentora de exclusividade sobre o Galeão, cujos dois terminais, os tais "novos" e péssimos, as pistas, acessos e tudo mais lhe foram entregues, como sempre, em concorrências ("""""""""""""""": ponha aspas à vontade).
29/07/13 - SINA
TST faz proposta para encerrar greve da Eletrobras




Por Anne Warth da Agência Estado

O presidente do Superior Tribunal do Trabalho/TST, Carlos Alberto Reis, apresentou uma proposta de pré-acordo para encerrar a greve dos funcionários da Eletrobras, que começou no dia 15 de julho. A audiência de hoje, 29/07, de conciliação entre os trabalhadores e a empresa durou pouco mais de três horas. Os termos ainda serão discutidos pela direção da companhia e pelos sindicatos. Uma nova audiência de conciliação será realizada na quinta-feira, 01/08, às 15h.

A proposta do presidente do TST é de um acordo válido por dois anos, de maio de 2013 a abril de 2015. De forma imediata, os trabalhadores teriam direito à reposição da inflação medida pelo IPCA acumulado até maio, de 6,49%, mais ganho real de 1%. Em janeiro de 2014, a Eletrobras concederia novo reajuste com ganho real de 1%. Em maio de 2014, os salários seriam corrigidos pelo IPCA acumulado no período. Por fim, em setembro de 2014, novo ganho real, dessa vez de 0,5%.

Reis pediu aos trabalhadores que retornem ao trabalho a partir da meia-noite desta quarta-feira, 31/07. Estabeleceu ainda, como benefícios, vale-alimentação de R$ 30 por dia, e dois abonos de R$ 3 mil, um em 2013, outro em 2014. Os dias parados neste ano seriam abonados.

O presidente do TST acredita que será possível fechar o acordo para dar fim à greve na próxima audiência de conciliação. "Tenho quase certeza de que é possível chegarmos a um acordo na quinta-feira", afirmou.

O assessor de Relações Trabalhistas e Sindicais da Eletrobras, Mauricio Joseph Marques Filho, afirmou ver alguns "pontos de dificuldade" na proposta do TST, especialmente no que diz respeito ao ganho real. Segundo ele, possivelmente a empresa apresentará uma contraproposta na reunião de quinta-feira.

O presidente da Federação Nacional dos Urbanitários, Franklin Moreira Gonçalves, que representa a maior parte das empresas do grupo Eletrobras, disse que a proposta do TST é ponderada. A reivindicação dos trabalhadores era de um aumento real de 1,5% neste ano e 1% em 2014. Ele garantiu que vai mobilizar os sindicatos em todo o País para fazer assembleias nesta terça, 30/07, de forma que a greve seja interrompida à meia-noite de quarta-feira.

O presidente da Federação dos Trabalhadores em Energia, Água e Meio e Ambiente/Fenatema, Eduardo Annunciato, disse que vai desmobilizar os trabalhadores em greve a partir desta segunda. A Fenatema representa os funcionários da Eletrosul, Eletronuclear e Furnas.
27/07/13 - SINA
SINA COBRA MODELO COM MENOS INJUSTIÇA E GARANTIAS DE DEFESA PARA AEROPORTUÁRIOS




A gravura acima reproduz uma seção da inquisição no período da idade média. Tal gravura pode representar também alguns inquéritos de sindicância ou averiguação de condutas conduzidas por pessoas designadas e muitas vezes com pouco preparo para tal processo, mas indicadas pela diretoria da Infraero para apurar os fatos que envolvam aeroportuários dentro da empresa.

Diante disso, o Sina indica membros para compor o grupo de trabalho para tratar da regulamentação do processo de apuração de responsabilidade disciplinar no âmbito da Infraero.

O feito deve-se ao fato da atuação do representante dos empregados no Conselho de Administração, Célio Barros, que levou para o conselho a discussão quanto aos termos do Ato Administrativo 2170/DJ/DA/2013 expedido tanto pelo Diretor Jurídico quanto pelo Diretor de Administração da Inftraero, objetivando disciplinar procedimentos administrativos ligados a ocupantes de cargos de chefia da Infraero.

Destaca-se salientar que a edição do referido ato administrativo nos causou espanto e preocupação com o estado democrático de direito ora vigente neste País, uma vez considerando os recentes avanços alcançados pelos trabalhadores brasileiros no tocante à fiel observância dos princípios pétreos de garantias fundamentais da cidadania, alicerçados na Carta Magna e nos próprios Tratados Internacionais. Evidente que tal ato representa retrocesso às conquistas existentes.

O ato administrativo ora questionado em muito se assemelha ao regime de exceção ou gendarme como elencado, já que o seu teor demonstra caráter eminentemente punitivo, bastando observar que ao abarcar os motivos ensejadores de procedimentos específicos de apuração tais como “Inobservância de normas, Descumprimento de ordens, Inexecução de tarefas, Questões de relacionamento no ambiente de trabalho”, extrapola os limites aceitáveis da ingerência humana no cotidiano do trabalhador.

Após a apreciação da matéria pelo Conselho de Administração, através de explanação do conselheiro Célio Barros, foi deliberado para que seja elaborada respectiva proposta de Regimento Interno da Diretoria Executiva contemplando a Regulamentação do processo de apuração de responsabilidade disciplinar no âmbito da Empresa.

Nossa propositura centra-se no contexto que o processo de apuração deve ser precedido de regras claras, garantindo-se o devido processo legal em todas as suas fases, através do principio do contraditório, presunção de inocência, ampla defesa e que a fase recursal seja avaliada pelo colegiado da Diretoria Executiva, nos casos de aplicação de penalidades, como demissão e suspensão, sem o voto da Diretoria Jurídica, que através da Corregedoria está encarregada de apurar em primeiro grau.

Antes de tudo, queremos deixar registrado aqui que o Sindicato não compactua com as ações duvidosas ou mal intencionadas cometidas por trabalhadores aeroportuários que infelizmente sabemos da comprovação dessa natureza de conduta entre nós, contudo não podemos aceitar as regras e métodos de apuração e encaminhamentos dos processos de sindicância e averiguações que tramitam neste momento, onde destacamos que o mais grave consiste quanto o direito de defesa, em que o trabalhador somente poderá apelar para aquele que já o condenou.

Justiça e defesa ampla geral e irrestrita!

Neste Leia + você pode ler o oficío que o Sina encaminhou à Infraero.

01/08 - SINA
Com cabeça erguida vamos às Assembleias Gerais, hoje às 10h




Em primeiro lugar gostaria de dizer que o dia 31 de julho de 2013 definitivamente já faz parte da história da categoria aeroportuária. A mobilização e as manifestações que tivemos no dia de ontem significou uma demonstração de união e de objetividade que há muito tempo não era vista.

Uma luta onde profissionais de todos os cargos, tempo de casa, localidade ficaram ombro a ombro buscando resgatar nossa dignidade e combater injustiças. Eu, particularmente, coordenei a manifestação em Brasília, onde invadimos o prédio da diretoria da Infraero, fechamos a via de acesso ao aeroporto e fizemos um ato dentro do próprio aeroporto, embora o JK não seja mais da Infraero, entendo que continua sendo o palco do trabalhador aeroportuário/a.

Ontem, apesar de alguns aeroportos terem atingido 90% da categoria mobilizada, tivemos que escutar do ancora do Jornal da Band que pelo fato de não ter causado nenhum transtorno aos passageiros e usuários se nós realmente faríamos falta.

Neste caso a reflexão que faço é que se tivessemos praticado vandalismo e atrasássemos os voos isso causaria todo tipo de comentário que a midia tendenciosa e de direita. Mas o pior estava por vir …

Já era noite quando fomos apunhalados pelas costas dentro do breu da escuridão. Ação própria de traidores e covardes. Me refiro à liminar buscada pela Infraero no TST e assinada pelo próprio presidente do Tribunal.

O Sindicato está tentando anular ou até mesmo questionar restrição exagerada que nos foi imposta. Sabemos que é tarefa difícil, mas vamos nos empenhar.

Presidir o Sindicato Nacional dos Aeroportuários me deixa honrado e oorgulhoso, mas neste momento aumenta muito a minha responsabilidade para com a categoria e as nossas famílias.

Por isso, convoco Assembleias Gerais em todo o Brasil para hoje, 01/08, às 10horas da manhã, onde nossos dirigentes deverão expor os princípios deste documento (liminar) que nos obriga a manter um efetivo de 100% da Navegação Aérea, 70% de Operações e Segurança e 40% das demais áreas.

Na minha opinião e experiência, sugiro à categoria que devemos fazer um recuo estratégico. Isso não significa que já estamos jogando a toalha. Mas manter a greve engessada até a audiência de conciliação o efeito poderia ser muito pequeno e o sacrifício muito grande para quem continuasse.

Na noite de ontem informei ao diretor de Administração da Infraero que a nossa greve não reivindica apenas a correção salarial e aumento real de salário, mas queremos também que seja resolvido no Acordo Coletivo a ridícula situação dos salários dos profissionais de nível técnico superior, dos analistas superiores, dos critérios usados para ocuparmos funções na gestão, isso sem contar que a escolha de grupos privilegiados para determinadas tarefas e segregação profissional atingiram escandalosamente o descaramento de alguns gestores da Infraero.

Disse ainda que achei uma trairagem da direção da empresa e uma demonstração de falta de capacidade da própria Infraero continuar o diálogo com os trabalhadores sem a mediação do Judiciário. Disse a ele também que os trabalhadores ao retornarem aos seus postos de trabalho por conta da ação covarde como essa só fará com que o protesto continue, mas de forma individual e os efeitos serão sentidos pela empresa, mas não serão vistos.

Simbolicamente, disse a diretoria da Infraero a partir de agora vai começar a dançar com a mulher invisível e que esta está muito decepcionada com o seu par! E digo isso por que o trabalhador sabe que o momento não é de baixar a cabeça e muito menos de se intimidar.

Finalmente deixo uma mensagem do companheiro Che Guevara para colocarmos na nossa cabeça:

“Eles poderão tentar pisotear todas as flores do jardim, mas jamais conseguirão deter a primavera.”

A batalha está apenas começando. O importante Ee continuarmos unidos e focados que conseguiremos nossa vitória.

Francisco Lemos
Presidente do SINA
31/07 - SINA
Greve dos aeroportuários: presidente do TST concede liminar à Infraero




O presidente do Tribunal Superior do Trabalho/TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, deferiu nesta quarta-feira, 31/08, em parte, a liminar de dissídio coletivo ajuizada pela Infraero contra o Sindicato dos Aeroportuários.

O ministro determinou ao Sindicato que mantenha a integralidade, ou seja, 100% das atividades de controle de tráfego aéreo; assegure a manutenção mínima de 70% dos empregados que atuam na área de segurança e operação; e preserve o percentual mínimo de 40% dos demais empregados da Infraero que não estejam vinculados às áreas mencionadas.

Foi estipulada multa de R$ 50 mil diários para o Sindicato no caso de descumprimento de qualquer uma das obrigações. O presidente do Tribunal marcou audiência conciliatória entre as partes para terça-feira, 06/08, às 14 horas, no TST, em Brasília.

Diante desse quadro, o noso Sindicato deverá convocar Assembleias para deliberar junto à categoria os rumos da nossa greve.

Neste Leia + a íntegra da liminar do ministro Carlos Alberto Reis de Paula.

31/07 - SINA
Categoria prepara-se para decidir!




Mais fotos mostrando a mobilização da categoria em todo o País.

Leia na nota abaixo e saiba como enviar fotos da mobilização dos aeroportuários/as em seu aeroporto.

E logo mais, Assembleia em todos os aeroportos da Infraero.

Participe!
31/07 - SINA
Greve toma conta dos aeroportos




A greve dos aeroportuários em todo o País toma conta dos aeroportos e mostra o descontentamento da categoria com o tratamento que a atual diretoria da Infraero vem dispensando aos trabalhadores/as.

As fotos, acima, foram postadas no Facebook. Faça o mesmo:

1.fotografe as manifestações e a Assembleia em seu aeroporto;

2.na pesquisa do Facebook escreva Infraero e escolha “Infraero grupo fechado”;

3.poste as suas fotos, sem esquecer de escrever o local.

Para ver o que a midia está dizendo do nosso movimento vá ao Google News e digite: Aeroportuários Greve
30/07 - SINA
EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIAS

O Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos - SINA, por meio de seu diretor presidente, no uso das atribuições estatutárias e legais convoca todos/as empregados/as da Empresa Brasileira deInfra-Estrutura Aeroportuária – INFRAERO, associados e não associados ao sindicato, para as ASSEMBLEIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS que se realizarão no dia 31 DE JULHO DE 2013, nos horários e locais abaixo descritos, para tratar dos seguintes pontos de pauta: A) Apresentação, discussão e deliberação sobre a CONTRA-PROPOSTA da INFRAERO em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho –ACT 2013/2014; B) Deliberação sobre a continuidade ou não do movimento paredista. As assembléias realizar-se-ão nos dias, horários de primeira e segunda convocação, (sendo o primeiro horário da primeira convocação e o segundo horário o da segunda convocação) e nos locais a seguir mencionados:

Aeroporto de Altamira – PA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Aracajú – SE: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Bagé – RS: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Belém – PA e Regional SRNO: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Belo Horizonte/Confins – MG e Regional SRSE: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha – MG: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Boa Vista – RR: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Bom Jesus da Lapa – BA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Campina Grande – PB: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Campo de Marte – SP: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Campo Grande – MS: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Campos – RJ: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Carajás – PA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Congonhas e Regional São Paulo – SP: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Criciúma – SC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Cruzeiro do Sul – AC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Cuiabá – MT: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Curitiba/Afonso Pena – PR: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Bacacheri/Curitiba – PR: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Florianópolis – SC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Fortaleza – CE: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Foz do Iguaçu – PR: 14h30 e 15h00;

Aeroporto do Galeão – RJ: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Goiânia – GO: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Ilhéus – BA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Imperatriz – MA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Jacarepaguá – RJ: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de João Pessoa – PB: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Joinville – SC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Juazeiro do Norte – CE: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Londrina – PR: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Macaé – RJ: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Macapá – AP: 14h30 e 15h00

Aeroporto de Maceió – AL: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Manaus e Regional Noroeste – AM: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Marabá – PA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Montes Claros – MG: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Natal – RN: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Navegantes – SC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Palmas – TO: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Parnaíba – PI: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Pelotas – RS: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Petrolina – PE: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Porto Alegre – RS: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Porto Velho – RO: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Presidente Prudente – SP: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Recife – PE e Regional Nordeste – PE 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Ribeirão Preto – SP: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Rio Branco – AC: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Salvador – BA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Santarém – PA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto Santos Dumont – RJ: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de São José dos Campos – SP: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de São Luis – MA: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Tabatinga – AM: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Tefé – AM: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Teresina – PI: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Uberaba – MG: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Uberlândia – MG: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Uruguaiana – RS: 14h30 e 15h00;

Aeroporto de Vitória – ES: 14h30 e 15h00;

SEDE INFRAERO (Aeroporto) – DF: 14h30 e 15h00;

Nas demais localidades conforme editais específicos.


Guarulhos, 30 de julho de 2013.

FRANCISCO LUIZ XAVIER DE LEMOS
Presidente

Neste Leia + acesso ao edital.
27/07 - SINA
SINA Instala Comando Nacional de Greve!



Na tarde deste sábado, 27/07, a diretoria executiva do SINA enviou para todos os seus/as dirigentes da base nacional as orientações, procedimentos e diretrizes para serem observados e seguidos para o início e período da greve da categoria, que será iniciada às 0h da próxima 4a. feira, 31/07.

Com isso, os trabalhadores deverão ser orientados pelos seus dirigentes locais que, por sua vez, seguirão as orientações do Comando de Greve, cujo QG funcionará nas imediações do aeroporto de Congonhas, em SP, e terá como coordenador geral o secretário de Administração e Finanças do SINA, Samuel Santos.
27/07 - SINA
INFRAERO FORMALIZA CONTRAPROPOSTA, MAS GREVE ESTÁ MANTIDA




Nos dias 25 e 26 de julho estiveram reunidos os membros do SINA e representantes da Infraero para participar de mais uma rodada de negociações antes do início da greve marcada para ocorrer a partir das 00h00min horas do dia 31/07/2013.

A íntegra da contraproposta somente fora apresentada pela Infraero no dia 26/07, visto que no dia 25/07 a direção da Infraero estava reunida, em impasse, para compor uma contraproposta.

A contraproposta apresentada pela empresa está muito longe de atender as expectativas da categoria aeroportuária, (confira neste Leia + a contraproposta completa da Infraero e, no final com destaque em amarelo, a posição que o SINA lavrou). Propõe a renovação de todas as cláusulas sociais, com exceção da cláusula 48ª – Assistência Médica, que vergonhosamente propõe formar uma comissão para que no prazo de 90 (noventa) dias, após a assinatura do acordo, juntamente com o Sindicato concluir uma proposta de revisão e de adequação de procedimentos e de redução dos custos no plano de saúde.

Das 106 cláusulas encaminhadas pelos aeroportuários, aprovadas em assembleias pelo Brasil, a empresa mais uma vez, demonstrou total desrespeito, desprestígio e indiferença às necessidades dos aeroportuários, entre as quais destacamos:

2ª - PCCS, que contempla a reivindicação dos PEMS, Técnicos, Arquitetos, Engenheiros e demais Analistas Superiores, – 25ª - Advertência ou Suspensão – 26ª Das Dispensas. A revisão dessas cláusulas passa pela discussão entre Infraero e Sindicato quanto ao constante do Ato Administrativo 2170/DJ/DA/2013, que afronta os princípios constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório – 45ª Incorporação de função, que nunca acatou nosso pleito obrigando os trabalhadores a ingressarem na Justiça sofrendo toda espécie de perseguição, não sendo cumprido inclusive compromisso de acordo em sede judicial, optando, ao contrário, a empresa, por arrastar os processos pelo maior tempo possível manejando impossíveis Recursos Extraordinários junto ao Supremo Tribunal Federal. - 69ª – Tabela de Participação, condição a qual possa permitir que os aeroportuários possam usufruir de seus benefícios diminuindo seus gastos. - 87ª – Vale Cultura – Apesar de tal benefício já constar em parâmetros legais a empresa sequer apresentou uma proposta quanto ao tema.

No tocante das cláusulas de conteúdo econômico e seus reflexos, não teve a capacidade e comprometimento de apresentar uma proposta que atendesse a reposição de nossas perdas salariais e em especial no que se refere ao aumento de produtividade.

Todos estes pontos devem ser analisados pela Infraero e respondido aos seus empregados, principalmente num momento em que se tem notícia de reajuste dos salários dos diretores da empresa na ordem de 26% contra uma proposta de 6,49% ao restante de seus empregados, como também uma participação nos lucros de mais de R$ 30.000,00 para cada diretor,enquanto o restante dos empregados recebeu em média R$ 500,00.

Companheiros/as diante da falta de sensibilidade por parte da diretoria da Infraero, nossa greve está mantida a partir das zero hora do dia 31/07/2013, momento que no seu decorrer, submeteremos o escopo da contraproposta da empresa a deliberação da categoria aeroportuária, cuja opinião é soberana para os encaminhamentos de nosso Sindicato. Ou seja, será a nossa categoria que dará a última resposta à empresa se aceita a sua contraproposta ou continua a greve.
22/07 - SINA
Infraero chama reunião para esta semana, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo




Em ofício assinado pela Gerência de Relações Trabalhistas, a Infraero agendou a segunda rodada de negociações da Data Base 2013/14 para os próximos dias 25 e 26 de julho (quinta e sexta-feiras próximas), no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A correspondência dos patrões mostra o acerto da categoria ao agendar a nossa paralisão para o próximo dia 31 de julho nas Assembleias do dia 17/07.

Agora, o Sina e a categoria esperam que os negociadores da Infraero apresentem uma proposta decente para ser colocada na mesa de negociações e posterior deliberação das Assembleias. Caso contrário representará combustível na insatisfação dos aeroportuários/as!

Neste Leia + o ofício da Infraero agendando as negociações dos dias 25 e 26 de julho.


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